O público não era o motorista urbano que faz 4 corridas curtas por dia. Era quem vive de viagens longas, intermunicipais, traslados de aeroporto e turismo executivo. Alguém que roda 200, 300 km num turno e sente cada centavo gasto em combustível.
Essa distinção mudou tudo. A linguagem saiu do universo de ‘carro bonito e tecnológico’ e foi para o que o motorista realmente sente: cansaço no fim do dia, medo de carro que quebra na estrada, cliente que não volta porque o carro não passa imagem profissional.