O público não era o motorista que já rodava em categoria executiva. Era o motorista convencional que ainda não sabia que podia acessar o Uber Black e o 99Black sem ter um carro de luxo. Alguém que roda todo dia no X ou no Pop e nunca parou para calcular quanto deixa no posto por mês.
Essa distinção mudou tudo. A linguagem saiu do universo de carro elétrico sustentável e foi para o que o motorista realmente quer: ganhar mais por corrida, parar de gastar com combustível e subir de categoria sem precisar comprar um carro.